Carga ou amplitude: o que é mais importante?

Uma dúvida muito comum entre os alunos – e às vezes negligenciada pelos treinadores – é sobre priorizar a carga ou a amplitude do movimento ao realizar exercícios de musculação. A verdade é que o equilíbrio entre as duas é o que previne lesões e garante a boa execução dos movimentos, potencializando resultados.

A amplitude de movimento (ADM) compreende o grau de amplitude atingido por uma articulação sinovial. Ou seja, ela é o movimento completo e normal que uma articulação tem a capacidade de realizar.

Estudos comprovam que indivíduos que executam os exercícios com mais amplitude de movimento e menos cargas, garantem maiores resultados, tanto em questão de hipertrofia e aumento de massa magra, bem como aumento de força. Afinal, um maior número de fibras musculares estarão sendo recrutadas.

O uso de cargas altas sem o devido preparo tende a piorar a execução do movimento, porque o aluno acaba “roubando” na amplitude para poder dar conta de realizar as séries, já que quanto maior a ação da resistência no grau de amplitude da articulação, menor o potencial dos músculos para deslocar a carga. 

Mas afinal, qual a amplitude de movimento mais adequada?

Para o aluno que objetiva hipertrofia, isto só ocorrerá com a ocorrência de microlesões na musculatura. Nesse caso, quanto maior o trabalho mecânico, maior o número que microfibras que serão utilizadas e estarão propensas a serem lesionadas. Então, se não houver nenhuma restrição, quanto maior a amplitude de movimento, melhor!

Assim, recomendamos que você ensine seu aluno a executar o exercício da melhor forma correta com pouca carga e ir implementando mais pesos aos poucos, conforme a carga usada já estiver habituada e for ficando “fácil”. Isso vai evitar que ele venha a se lesionar e ainda, proporcionará resultados melhores, seja qual for o objetivo.

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