Glúten e Lactose: por que tão polêmicos?

Cada vez mais pessoas apresentam intolerância ou sensibilidade ao glúten e à lactose, e os questionamentos aumentam quando o assunto está em torno dessas substâncias tão comuns em alimentos populares como o pão e o leite.

O glúten é um elemento criado a partir da mistura do trigo, cevada, aveia ou centeio com água e energia. Ao longo dos anos, essa mistura passou por diversas mudanças, já que a indústria passou a alterar a genética do trigo, e consequentemente ocorreu o aumento exacerbado de glúten na farinha. Isso significa que alimentos que não geravam problema para muitas pessoas que não nasceram celíacas, passaram a causar desconfortos e reações gastrointestinais devido a essas alterações. 

O leite é tradicionalmente relacionado com saúde e com o fortalecimento de ossos, porém não é bem assim. A indústria está diretamente ligada com o quê e como consumimos, o que quer dizer que o leite de hoje não é o mesmo leite da vaca que nossos ancestrais consumiam. Para ser industrializado, ele passa por alterações em sua composição, como o processo de pasteurização e remoção de bactérias benéficas. 

Mas afinal, consumir ou não?

Há diferentes pontos de vista por parte da ciência e da nutrição acerca desses elementos. Para a Organização Mundial de Saúde, o glúten e a lactose fazem mal apenas para indivíduos celíacos, intolerantes à lactose, ou com sensibilidade a alimentos que os incluem na composição.

Para reduzir os riscos à saúde, a OMS recomenda no entanto que sua alimentação seja a mais natural possível, justamente para evitar que o excesso de conservantes e outros elementos nocivos passe a interferir na sua qualidade de vida.

Nossa recomendação é que busque por um profissional qualificado de Nutrição para avaliar individualmente o seu caso. Com uma consulta inicial e o apoio de alguns exames que podem vir a ser solicitados, o nutricionista saberá prescrever o melhor plano alimentar para sua saúde e estilo de vida, sempre buscando por uma educação alimentar sustentável e sem dietas restritivas sem necessidade.

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