Estudos apontam que o treinamento de força, quando relacionado à aptidão física, reduz significativamente o risco de doenças cardiovasculares e de diabetes não insulinodependentes, além de retardar a osteoporose, promover a redução da massa gorda, preservar a capacidade funcional e promover o bem-estar psicológico.
A força muscular é conceituada como a tensão gerada por um músculo, ou um grupo muscular, contra uma resistência. Essa valência física é necessária para a realização de qualquer atividade cotidiana, pois atua na manutenção postural, na funcionalidade motora, no condicionamento físico e no desempenho esportivo. Para gerar força, portanto, é necessário que ocorra a contração muscular, o que é realizado durante exercícios de força, sempre respeitando a individualidade biológica.
As contrações musculares, dependendo da resistência encontrada pelo músculo, dividem-se em estáticas e dinâmicas. Se a resistência não apresentar mudança articular, ou seja, ela permanecer imóvel, a contração do músculo é estática. Já as contrações dinâmicas, são aquelas em que o comprimento do músculo varia e são visíveis os movimentos articulares. Ao ser colocado em prática, percebe-se que a contração dinâmica é a mais adaptada na utilização diária em todos os grupos populacionais.
Para avaliar a força muscular dos indivíduos, são utilizados os métodos:
– dinamômetro isométrico
– dinamômetro isocinético
– avaliação manual
– teste de uma repetição máxima (RM)
O mais utilizado é o teste de RM, que consiste em realizar um único levantamento máximo, referindo-se a quantidade máxima de peso que pode ser levantado durante a repetição dinâmica completa.
Quer saber mais? Acompanhe os próximos posts e descubra quais tipos de força muscular nós possuímos!
Esta publicação tem assinatura de Naira Vier, profissional de Educação Física certificada pelo CREF (023346-G/SC).