Diabetes e exercício físico

Os principais tipos de Diabetes Mellitus são o Tipo 1 e o Tipo 2, o que as diferencia, são as suas respectivas causas.

diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune, onde o organismo ataca, de forma errada, as células do pâncreas, causando a destruição das células que produzem insulina. Este hormônio, é responsável por metabolizar estes açúcares no sangue. Assim, a falta de produção de insulina para o sangue faz com que haja um acúmulo de glicose na circulação, o que acarreta em malefícios para vários órgãos, como insuficiência renal, retinopatia ou cetoacidose diabética. Este tipo de diabetes, geralmente, é diagnosticado na infância ou na adolescência, porque é quando acontece esta alteração da imunidade.

diabetes tipo 2 é o tipo mais comum, e é causado por fatores genéticos juntamente com maus hábitos de vida, como consumo exagerado de açúcar, gordura, sedentarismo, sobrepeso ou obesidade, que provocam defeitos na produção e na ação da insulina no corpo. Normalmente, este tipo de diabetes é identificado em pessoas acima dos 40 anos, pois é desenvolvido ao longo do tempo e, nas fases iniciais não causa sintomas, provocando danos ao corpo de forma silenciosa. Antes de se instalar o diabetes, geralmente, a pessoa já teve um período de glicose alta no sangue por vários meses ou anos, que é o pré-diabetes.

Além da alimentação controlada em açúcar, carboidrato e gorduras, medicamentos e/ou uso da aplicação de insulina, ambos os tratamentos de diabetes podem ser beneficiados com a prática regular de exercícios físicos, que ajudam a controlar os níveis de açúcar e a manter um metabolismo regulado.

Não há restrições de exercícios físicos para portadores de Diabetes, apenas deve-se sim fazer o controle da taxa de glicose durante os treinos, porque a atividade pode causar uma grande baixa de glicose no sangue (hipoglicemia); é importante controlar a frequência cardíaca para saber o nível da intensidade do exercício, e nos treinos longos (acima de 1 hora) medir a taxa de açúcar durante o treino. Também indica-se medir a glicemia após o treino, principalmente para atividades físicas de alta intensidade, que podem gerar picos de glicemia seguidos de hipoglicemia.

Para uma vida mais doce, cuide-se!

Esta publicação tem assinatura de Naira Vier, profissional de Educação Física certificada pelo CREF (023346-G/SC).  

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